domingo, 11 de julho de 2010

Não

Não...

Eu sei sobre os grifos do folclore que veementemente manipulam uma elite,
esta elitizada pela ignorância proposital.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sono

Estonteante cenário
O sono assola meus olhos

Os pensamentos, apesar disso, sólidos
Estranha memória desmemorizada
Arcada por penumbras de uma vida passada
Com peso, simples carga
Às vezes não tão simples assim
Rodeia a ama e sua janela
Parece estar sempre a espera
Amar o suficiente e a espera

Espera no modo de dizer
Cabe em mim, o ser

Já basta, estonteante sono!
Venceu!
Desarmada... vou-me.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sado, sado sado... assim assado.

Podemos não nos intitular, mas o peso vem, ah se vem.
Cada semana é diferente e vai ser assim...

Vai ser assim... aqui.

É de machucar, mas eu gosto.

Sado, sado, sado.
Assim, assado.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O retrato registrado

Nunca mais vi a exceção que me expõe a alegria
Mas vejo sempre o retrato registrado

Nossa impressão em mínimos detalhes
Saudade não é saudosismo mas vem dele
Entendo assim.
E você também pode entender assim..
deixei de achar e passei a entender.

Gradativa amizade, áh... pede um:
Saudade!

... dispendiosa penumbra e seu peso'

O que nos remete ao passado sempre pesa muito, passado dado e não remediado.
O que cresce a sombra vive melhor, deveras, esponho-me ao sol.

O que existe a não ser um 'estou bem'?
E esse 'bem'... remete ao amor?
O porque dessa necessidade?

Que nada seja remediado
Que tudo seja dado e de bom grado!